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Informamos a todos os trabalhadores de nossa categoria que na segunda-feira, 19, iremos aderir à paralisação nacional contra a Reforma da Previdência! Queremos que todos entendam que essa Reforma, proposta pelo Governo Temer, nada mais é do que pura enganação! O presidente Michel Temer e seus aliados querem realizar a votação para aprovar a Reforma da Previdência, ainda este mês! Por isso nos uniremos às centrais sindicais em ato de manifestação contra mais esse ataque que atinge a população! Contamos com a presença de todos na próxima segunda-feira, a partir das 09:00 da manhã, ao lado do TICEN. Às 16:00 faremos um grande ato contra a PEC 287.
Continuamos o trabalho de distribuição de material escolar! As aulas estão quase começando e nosso incentivo à educação segue firme! Desde o fim do ano passado o Sinfren tem feito a entrega de material escolar aos filhos dos frentistas que estão regularmente matriculados na escola e frequentando as aulas!
As comissões de trabalhadores e patronal entregam ao governador Interino, Eduardo Pinho Moreira, nesta quinta-feira (25), o documento do Acordo que reajusta os valores das quatro faixas do Piso Salarial Estadual para o ano de 2018. O Acordo foi fechado em18 de janeiro, durante a segunda rodada de negociação. Depois de amplo debate entre as partes, chegou-se ao consenso de 2,95% de reajuste salarial, percentual referenciado pelo IPCA (índice de Preços ao Consumidor Amplo) e que representa aumento real de quase 50% sobre a inflação registrada de 1º de janeiro a 1º de dezembro de 2017, de 2,07%. Nos próximos dias, o governo deve enviar Projeto de Lei à Assembleia Legislativa. Na avaliação do diretor sindical do Dieese e coordenador da negociação pelo reajuste do Piso, Ivo Castanheira, o resultado da negociação deste ano foi o possível, diante da atual conjuntura econômica. "O índice negociado está acima do INPC e o mais importante é que conseguimos manter uma política de atualização do Piso Estadual", comentou Castanheira.
Foi definido ontem o reajuste do salário mínimo regional em Santa Catarina. As negociações foram realizadas na sede da Fiesc e contaram com a participação das federações empresariais e centrais sindicais laborais do Estado. Os pisos acordados para as quatro faixas foram de R$ 1.110, R$ 1.152, R$ 1.214 e R$ 1.271. O índice médio de reajuste foi de 2,95%. O resultado da negociação será encaminhado ao governo do Estado, que faz projeto de lei a ser enviado à Assembleia Legislativa, formalizando os valores. Confira as faixas que compõem o mínimo regional: Primeira faixa Piso atual R$ 1.078 Piso proposto 2018 R$ 1.110 Segunda faixa Piso atual R$ 1.119 Piso proposto 2018 R$ 1.152 Terceira faixa Piso atual R$ 1.179 Piso proposto 2018 R$ 1.214 Quarta faixa Piso atual R$ 1.235 Piso proposto 2018 R$ 1.271 Entenda as faixas em que as categorias se encaixam: Primeira faixa: a) na agricultura e na pecuária; b) nas indústrias extrativas e beneficiamento; c) em empresas de pesca e aquicultura; d) empregados domésticos; e) em turismo e hospitalidade; (Redação da alínea revogada pela LPC 551/11). f) nas indústrias da construção civil; g) nas indústrias de instrumentos musicais e brinquedos; h) em estabelecimentos hípicos; e i) empregados motociclistas, motoboys, e do transporte em geral, excetuando-se os motoristas. Segunda faixa: a) nas indústrias do vestuário e calçado; b) nas indústrias de fiação e tecelagem; c) nas indústrias de artefatos de couro; d) nas indústrias do papel, papelão e cortiça; e) em empresas distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas e empregados em bancas, vendedores ambulantes de jornais e revistas; f) empregados da administração das empresas proprietárias de jornais e revistas; g) empregados em empresas de comunicações e telemarketing; e h) nas indústrias do mobiliário. Terceira faixa: a) nas indústrias químicas e farmacêuticas; b) nas indústrias cinematográficas; c) nas indústrias da alimentação; d) empregados no comércio em geral; e e) empregados de agentes autônomos do comércio. Quarta faixa: a) nas indústrias metalúrgicas, mecânicas e de material elétrico; b) nas indústrias gráficas; c) nas indústrias de vidros, cristais, espelhos, cerâmica de louça e porcelana; d) nas indústrias de artefatos de borracha; e) em empresas de seguros privados e capitalização e de agentes autônomos de seguros privados e de crédito; f) em edifícios e condomínios residenciais, comerciais e similares, em turismo e hospitalidade; g) nas indústrias de joalheria e lapidação de pedras preciosas; h) auxiliares em administração escolar (empregados de estabelecimentos de ensino); i) empregados em estabelecimento de cultura; j) empregados em processamento de dados; e k) empregados motoristas do transporte em geral. I) empregados em estabelecimentos de serviços de saúde.
12 de janeiro é uma data importante de homenagem e reconhecimento ao trabalho exercido pelos frentistas de todo o País. Eles são os responsáveis pelas condições primárias de segurança do consumidor, que, diariamente, faz suas paradas em postos de combustíveis para abastecer seu veículo. O presidente do Sinfren, Roque Roberto dos Santos, e toda a equipe do Sindicato, presta essa homenagem, que não se restringe apenas a esta data, como reconhecimento a esses profissionais que exercem uma atividade importante na segurança adequada do abastecimento. A data, 12 de janeiro de cada ano, trata-se da data de assinatura da Lei Federal nº 9.956 que foi uma grande conquista da classe, pois a proibição do funcionamento de bombas de autosserviço nos postos de abastecimento de combustíveis, em todo o território nacional, preservou milhares de empregos, garantindo o sustento de milhares de famílias em todo o Brasil. A principal justificativa para a medida foi a proteção aos empregos dos frentistas, que somam uma média de 509 mil, segundo a Federação Nacional dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados do Petróleo (Fenepospetro).

Foi protocolada hoje a pauta de reivindicações da Convenção Coletiva de Trabalho 2018/2019.

Após a assembleia geral extraordinária, realizada na terça-feira, 12, chegou o momento de protocolar junto ao patronal.

Agora o Sinfren fica no aguardo da primeira rodada de negociações, que na análise do presidente, Roque Roberto dos Santos, deve acontecer ainda na primeira quinzena de janeiro.

 

 

 

notícias gerais

Via SINPOSPETRO-RJ - Os direitos, a saúde e a segurança dos trabalhadores de postos de combustíveis e lojas de conveniência são prioridades para o Sindicato dos Frentistas do Município do RJ. Nossas ações nos postos de combustíveis têm por objetivo fiscalizar as normas de segurança e conscientizar os trabalhadores Frentistas sobre os seus direitos. Realizamos diariamente, através das equipes de trabalho, a conscientização e o levantamento sobre cumprimento das normas regulamentadoras de segurança e saúde no ambiente laboral. São distribuídos materiais da entidade com informações para a categoria, os patrões ou responsáveis também são alertados sobre os riscos de não seguirem as normas de segurança e os direitos trabalhistas. Nas visitas aos postos sempre explicamos que a "reforma" trabalhista trouxe perdas e mudanças nas relações de trabalho, os erros nos cálculos na rescisão contratual preocupam o SINPOSPETRO-RJ. Alertamos os Frentistas para não fazerem homologação na empresa ou qualquer local indicado pelo patrão, exija que seja no sindicato, assim o Trabalhador tem a garantia que as verbas rescisórias são calculadas corretamente. Através do trabalho de base, nossa diretoria verifica se as normas de segurança e saúde, e as leis trabalhistas estão sendo cumpridas pelos empresário de postos de combustíveis. Os diretores do SINPOSPETRO-RJ verificam as condições de higiene no ambiente laboral, o uso adequado do uniforme e sobre possíveis irregularidades no contracheque do trabalhador. Caso sejam constatadas irregularidades, a empresa é contatada pelo departamento jurídico para solucionar o problema. Se a situação persistir, a denúncia é encaminhada aos órgãos públicos de fiscalização. SINDICATO - Os Frentistas devem denunciar ao sindicato qualquer irregularidade no ambiente laboral. As denúncias serão mantidas em sigilo e poderão ser feitas pelos telefones: (21) 2233-9926 sede em Vila Isabel; (24) 3348-4955 subsede Volta Redonda e (21) 2667-5126 subsede Nova Iguaçu. Nossos dirigentes sindicais e suas equipes estão diariamente em ações alertando para que os funcionários em postos não assinem nada com a empresa antes de consultarem o SINPOSPETRO-RJ. Todos devem ficar atentos, nossa luta é a defesa dos direitos dos trabalhadores Frentistas. Garanta diversos benefícios e atendimento jurídico, associe-se já!
Via SINPOSPETRO-RJ - Os direitos, a saúde e a segurança dos trabalhadores de postos de combustíveis e lojas de conveniência são prioridades para o Sindicato dos Frentistas do Município do RJ. Nossas ações nos postos de combustíveis têm por objetivo fiscalizar as normas de segurança e conscientizar os trabalhadores Frentistas sobre os seus direitos. Realizamos diariamente, através das equipes de trabalho, a conscientização e o levantamento sobre cumprimento das normas regulamentadoras de segurança e saúde no ambiente laboral. São distribuídos materiais da entidade com informações para a categoria, os patrões ou responsáveis também são alertados sobre os riscos de não seguirem as normas de segurança e os direitos trabalhistas. Nas visitas aos postos sempre explicamos que a "reforma" trabalhista trouxe perdas e mudanças nas relações de trabalho, os erros nos cálculos na rescisão contratual preocupam o SINPOSPETRO-RJ. Alertamos os Frentistas para não fazerem homologação na empresa ou qualquer local indicado pelo patrão, exija que seja no sindicato, assim o Trabalhador tem a garantia que as verbas rescisórias são calculadas corretamente. Através do trabalho de base, nossa diretoria verifica se as normas de segurança e saúde, e as leis trabalhistas estão sendo cumpridas pelos empresário de postos de combustíveis. Os diretores do SINPOSPETRO-RJ verificam as condições de higiene no ambiente laboral, o uso adequado do uniforme e sobre possíveis irregularidades no contracheque do trabalhador. Caso sejam constatadas irregularidades, a empresa é contatada pelo departamento jurídico para solucionar o problema. Se a situação persistir, a denúncia é encaminhada aos órgãos públicos de fiscalização. SINDICATO - Os Frentistas devem denunciar ao sindicato qualquer irregularidade no ambiente laboral. As denúncias serão mantidas em sigilo e poderão ser feitas pelos telefones: (21) 2233-9926 sede em Vila Isabel; (24) 3348-4955 subsede Volta Redonda e (21) 2667-5126 subsede Nova Iguaçu. Nossos dirigentes sindicais e suas equipes estão diariamente em ações alertando para que os funcionários em postos não assinem nada com a empresa antes de consultarem o SINPOSPETRO-RJ. Todos devem ficar atentos, nossa luta é a defesa dos direitos dos trabalhadores Frentistas. Garanta diversos benefícios e atendimento jurídico, associe-se já!
I – É lícita a autorização coletiva prévia e expressa para o desconto das contribuições sindical e assistencial, mediante assembleia geral, nos termos do estatuto, se obtida mediante convocação de toda a categoria representada especificamente para esse fim, independentemente de associação e sindicalização. II – A decisão da assembleia geral será obrigatória para toda a categoria, no caso das convenções coletivas, ou para todos os empregados das empresas signatárias do acordo coletivo de trabalho. III – O poder de controle do empregador sobre o desconto da contribuição sindical é incompatível com o caput do art. 8º da Constituição Federal e com o art. 1º da Convenção 98 da OIT, poir violar os princípios de liberdade e da autonomia sindical e da coibição aos atos antissindicais.”

Agência Sindical entrevistou, para o Vídeo da Semana, Eusébio Luís Pinto Neto, presidente da Federação Nacional dos Frentistas - Fenepospetro. Ele fala da organização da categoria, das conquistas trabalhistas e legais e também aponta as demandas atuais de um contingente que supera 550 mil trabalhadores em todo o País.

- O que é a Federação e o que tem feito para a categoria?
Nossa Federação está organizada em todo território nacional. Ela foi constituída em 1992. Em 2002 conseguimos no Supremo Tribunal Federal o direito de representar toda a categoria dos trabalhadores de postos de combustíveis e loja de conveniência do Brasil. Em 2005, o Ministério do Trabalho nos concedeu Carta Sindical. Daí em diante, nos organizamos nacionalmente. Participei de várias organizações pelo Brasil inteiro e hoje estamos com mais de 60 Sindicatos constituídos.

- Quantos frentistas há no Brasil? Todos são contratados formalmente? E qual a participação da mulher nesse mercado?
A mulher representa hoje cerca de 25% da mão de obra em postos de combustíveis, principalmente nas lojas de conveniências. Hoje representamos aproximadamente 550 mil trabalhadores em todo território nacional. Mas a base é pulverizada. Posto de gasolina tem praticamente em toda esquina da cidade e margens de rodovias. A presença da mulher nos postos está mais concentrada na zona urbana. A informalidade ainda é muito alta.

- A categoria dos frentistas conseguiu em pouco tempo uma Convenção Coletiva avançada. Aponte os itens que você mais importante terem sido conquistados?
O adicional de periculosidade é muito importante. Conseguimos 30% de periculosidade com as nossas lutas. Temos também aprovadas várias normas que hoje estão na CLT, na parte de proteção, segurança e saúde do trabalhador - isso é fruto do trabalho da nossa categoria, inclusive fazendo parte de diversas comissões e dos subgrupos, conseguindo essas normas de proteção, que hoje estão contempladas na CLT. Conseguimos também tíquete-refeição e alimentação, cesta básica de 30 quilos, primeiro no Estado de São Paulo e hoje em várias regiões. O piso salarial antes era baseado no salário mínimo. Conseguimos dobrar em 1990. Porém, o mais importante é a conquista da dignidade profissional do trabalhador. Quero destacar que evitamos com muita luta, nos anos 90, que o frentista fosse descartado com a implantação do autosserviço, que era o desejo das grandes multinacionais do setor.

- Que demandas hoje são fortes na categoria? Verifico que há uma campanha alertando para os males do Benzeno. Mas que outras demandas mobilizariam a categoria?
Das Normas Regulamentadores contempladas na CLT, com a NR-9, por exemplo, conseguimos que a empresa forneça curso de treinamento em relação ao benzeno. Conseguimos em todo território nacional o abastecimento automático, porque existia o velho hábito de abastecer até a boca. Por que dizemos automático? Porque quando dispara o automático você está no nível máximo do abastecimento, em que há menos exposição do trabalhador ao benzeno, que evapora no contato com o ar. Essa lei é muito importante pra evitar que o trabalhador fique exposto ao agente químico.

- Como os Sindicatos estão enfrentando a nova lei trabalhista e qual a orientação da Federação para os filiados?
A orientação é resistir. Temos que resistir à aplicabilidade da lei. Orientamos os Sindicatos para que, na medida do possível, renovem as Convenções Coletivas, garantindo todos os direitos já conquistados e avançar nas conquistas. A orientação é não aceitar que se implante nas Convenções a nova legislação, por ser muito prejudicial. Nas áreas de comércio e serviço, as categorias são pulverizadas e é alta a rotatividade. Por isso, somos prejudicados com essa nova lei. Ela foi implantada para beneficiar o grande capital. É uma imposição do capital selvagem que atua no mundo e vê no Brasil oportunidade de precarizar o trabalho e aumentar seus lucros.

- As entidades de frentistas têm buscado a sindicalização? Os trabalhadores têm correspondido?
Trabalhamos muito na base e procuramos fazer com que todos se sindicalizem. Com essa nova legislação implementamos com mais eficácia o trabalho de base e o trabalhador foi estimulado a procurar mais o Sindicato e a se sindicalizar, porque ele se sentiu inseguro diante da nova legislação. Isso acabou alertando o trabalhador, e assim ele valorizou o Sindicato. O Sindicato é a segunda casa do trabalhador. Lá ele chega e fica a vontade, tem informação que precisa e orientação jurídica. Percebeu que somos a única trincheira de luta e defesa.

Fonte: http://www.agenciasindical.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=8421

O Sinfren possui convênio com a Agemed, um plano de saúde completo e que possui um dos preços mais juntos do mercado.

 

Para fazer o convênio é muito simples. O associado do Sinfren deve ter em mãos uma declaração de vínculo com o sindicato,  RG, CPF, cartão nacional de saúde e comprovante de residência.

 

Cônjuges/companheiros, filhos e enteados até 29 anos entram como dependentes do plano, e para fazer a carteirinha são necessários os documentos de RG, CPF, cartão nacional de saúde e comprovante de residência.

 

Acesse a tabela de preços conforme a faixa etária dos dependentes abaixo:

 

Nesta quinta-feira (05/10), dia Nacional da Luta contra o Benzeno, a Câmara de Campinas sedia, a partir das 14h, no Plenarinho, debate público com entidades sindicais de desenvolvem ações sobre o tema.

 

A atividade é uma realização do Sinpospetro-Campinas (Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Campinas e Região), entidade filiada a União Geral dos Trabalhadores (UGT), em parceria com o vereador Pedro Tourinho (PT) e outras entidades de setor que fazem ao enfrentamento aos danos causados por esse produto.

 

O secretário geral do Sinpospetro de Campinas, Raimundo Nonato de Souza (Biro), será um dos debatedores do evento. Ele falará sobre as atividades de prevenção ao benzeno que desenvolve de forma permanente nos postos de combustíveis de Campinas e região, uma atividade da entidade, em parceria com o Sindicato dos Médicos de Campinas (Sindimed).

 

O benzeno é uma substância tóxica presente na gasolina. Ao abastecer o carro, essa substância é expelida em forma de gás e é inalada, pelos trabalhadores e usuários, em alguns casos existe o contato com o produto, que pode ser absorvido pela pele ou por ingestão. No organismo humano, o benzeno leva à ocorrência de câncer.

 

Nesta quinta-feira (05/10), dia Nacional da Luta contra o Benzeno, a Câmara de Campinas sedia, a partir das 14h, no Plenarinho, debate público com entidades sindicais de desenvolvem ações sobre o tema.

 

A atividade é uma realização do Sinpospetro-Campinas (Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo de Campinas e Região), entidade filiada a União Geral dos Trabalhadores (UGT), em parceria com o vereador Pedro Tourinho (PT) e outras entidades de setor que fazem ao enfrentamento aos danos causados por esse produto.

 

O secretário geral do Sinpospetro de Campinas, Raimundo Nonato de Souza (Biro), será um dos debatedores do evento. Ele falará sobre as atividades de prevenção ao benzeno que desenvolve de forma permanente nos postos de combustíveis de Campinas e região, uma atividade da entidade, em parceria com o Sindicato dos Médicos de Campinas (Sindimed).

 

O benzeno é uma substância tóxica presente na gasolina. Ao abastecer o carro, essa substância é expelida em forma de gás e é inalada, pelos trabalhadores e usuários, em alguns casos existe o contato com o produto, que pode ser absorvido pela pele ou por ingestão. No organismo humano, o benzeno leva à ocorrência de câncer.




 

Rua Felipe Schmidt, 303- sala 1101/1102 - Edifício Dias Velho - Centro - Florianópolis/SC

Telefone: 48 | 3028-4039